Primeiro mergulho do bebê: quando pode ocorrer e como funciona? 

Por Metodologia Gustavo Borges | Atualizado em 28 de julho de 2026

Quem nunca ficou surpreso ao ver o primeiro mergulho do bebê, submerso rapidamente embaixo d’água?

Apesar da surpresa que essa atividade ainda pode causar para algumas pessoas, a verdade é que ela traz benefícios incríveis para as crianças ainda na primeira infância.

Isso porque, além de trazer mais segurança para quando elas estiverem próximas a meio aquáticos, também estimula o desenvolvimento motor, cognitivo e afetivo.

Mas, neste momento, muitas dúvidas podem surgir: a partir de quando os bebês podem mergulhar? Quanto tempo devem ficar embaixo d’água? E, principalmente: como ensiná-los a nadar?

A resposta a essas e outras perguntas, você verá neste conteúdo. Boa leitura! 

Quando bebês podem mergulhar? 

Ao falar sobre o primeiro mergulho do bebê, você deve pensar, principalmente, sobre quando é seguro para que ele comece a fazer natação.

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) indica que as crianças podem iniciar nessa atividade a partir de 6 meses de idade.

Esse período é importante porque o ouvido do bebê já está desenvolvido por completo para impedir a entrada da água na região. Além disso, diminui a probabilidade de infecção, uma vez que o pequeno já está imunizado contra algumas doenças.

Por fim, iniciando as aulas de natação com essa idade, as crianças conseguem se desenvolver de forma mais natural no meio líquido.

Então, sim, os bebês podem mergulhar. Ao ficarem submersos e, normalmente, de olhos abertos, segurar a respiração é visto como um instinto natural. Até mesmo porque eles recuperam os reflexos neonatais, de quando ainda estavam no interior da barriga da mãe. 

Quanto tempo um bebê pode ficar embaixo d’água? 

Mesmo com toda essa facilidade que as crianças na primeira infância possuem no meio aquático, o primeiro mergulho do bebê deve ocorrer de forma gradativa.

Ou seja, para começar, serão apenas segundos que ele ficará embaixo d’água e sempre com um adulto ao lado, seja o professor ou responsável. Apesar da importância da autonomia a ser desenvolvida neste ambiente, isso é fundamental para garantir a segurança.

Até mesmo por isso, ao colocar os filhos para fazer aulas de natação já aos 6 meses de idade, é comum que pelo menos um responsável acompanhe a criança dentro da piscina.

Mas, além disso, sob os cuidados de profissionais capacitados, os bebês são capazes de executar diversos movimentos natatórios, demonstrando uma série de reflexos comuns na primeira infância.

Tudo isso por meio de estímulos, ou seja, atividades que busquem facilitar o desenvolvimento de órgãos sensoriais das crianças, como o tato, a audição, a visão e o olfato. 
Por isso que os benefícios da natação infantil são tão relevantes.

Apesar de muitos pais colocarem apenas para ter uma maior proteção nas águas, essas vantagens ocorrem porque as crianças, principalmente nos primeiros anos de vida, passam por um processo intenso de desenvolvimento e maturação. 

Você pode ver mais sobre isso nestes conteúdos:
Natação para bebês: os inúmeros benefícios e as dicas essenciais
Qual a melhor idade para iniciar a natação infantil?
Como escolher a fralda de natação do seu bebê: conforto, segurança e liberdade dentro da água

Como fazer o primeiro mergulho do bebê? 

Mesmo com a facilidade dos bebês de se adaptarem ao meio aquático, é ideal que esse processo seja feito com profissionais qualificados.

 
Atualmente, é possível encontrar escolas com professores especializados em natação infantil, que fizeram cursos e seguem metodologias específicas para melhor atender esse público.

Afinal, a piscina deve ser vista como um lugar de aprendizagem. Muito mais do que bater as perninhas, girar o braço ou até mesmo mergulhar, a educação por meio da natação traz um desenvolvimento progressivo nas áreas cognitiva, motora e social.

Ambientação ao meio líquido e adaptação das vias sensoriais 
Uma das principais etapas é a fase de adaptação ao meio líquido. Neste momento, se inicia a ambientação, quando a criança vai conhecer e explorar o espaço físico.

Ela deve ser orientada a experimentar e vivenciar a habilidade de estabilidade postural. Assim, com o domínio, futuramente, poderá usufruir de movimentos corporais que a levarão a ter uma boa respiração dentro da água.

Uma adaptação bem-feita será uma ótima forma de conquistar um bom desenvolvimento e tornará as fases seguintes muito mais desafiadoras e empolgantes.

Após essa primeira parte, segue para a adaptação polissensorial. Ou seja, é realizada uma série de atividades para que o bebê consiga se acostumar com a água, como os respingos na cabeça.

Mas, além disso, há a adaptação realizada por meio de ouvidos, olhos, boca e nariz, com o bloqueio respiratório.

Uma boa ferramenta para auxiliar neste momento são as músicas, que são um elemento lúdico e proporcionam uma ajuda no processo de aprendizagem do bebê. Para entender melhor sobre como isso é feito, confira este vídeo: 

Sequência do mergulho
Após essas primeiras fases, estando a criança bem adaptada e tendo desenvolvido as habilidades necessárias para seguir para o próximo passo, é o momento do primeiro mergulho do bebê.

Mais uma vez, é interessante que a metodologia utilizada faça uso de músicas para prender a atenção da criança, além de ajudá-la a se familiarizar com o que vai acontecer.

Aqui, é fundamental a companhia do responsável, em um trabalho conjunto com o professor.

Veja o vídeo a seguir e descubra como ocorre esse processo: 

 Como ensinar o bebê a nadar? 

Agora que você já sabe mais sobre o primeiro mergulho do bebê, vale lembrar que a melhor maneira de ensinar crianças na primeira infância a nadar é com um bom profissional, que siga metodologias que priorizem a segurança e o aprendizado.

Lembre-se de que na faixa etária de 6 meses a 3 anos o objetivo da aula é estimular e promover o desenvolvimento motor dentro da água, além da adaptação ao meio líquido e a socialização com pessoas fora do círculo familiar.

Nesta fase, as aulas são monitoradas pelos pais ou responsáveis, sendo, inclusive, um bom momento para aprimorar e estreitar os laços afetivos.

Mas, afinal, como escolher uma escola de natação? Veja algumas dicas abaixo!  

  • Estrutura: visite a escola e conheça as piscinas, os vestiários e o ambiente deste espaço. Dessa forma, você se sentirá mais confortável para tomar uma decisão assertiva.
  • Piscina: analise o número de piscinas que tem no local. Neste momento, vale verificar os tamanhos e como as aulas são organizadas em cada área. Você também pode perguntar sobre o tratamento da água.
  • Segurança: observe se o espaço tem barras de apoio nas piscinas. Verifique se a profundidade das piscinas está adequada à altura das crianças. É importante observar também se existem câmeras de segurança e visibilidade completa dos espaços de aprendizagem. Na hora de analisar as aulas, confira se o instrutor está supervisionando os alunos.
  • Equipamentos: questione quais são os equipamentos utilizados durante as aulas. Essa etapa é essencial, uma vez que é possível compreender se são executados exercícios lúdicos ou se o conteúdo segue o formato tradicional.
  • Metodologia: dê preferência para lugares que utilizam metodologias diferenciadas, como a Metodologia Gustavo Borges.
Quer conhecer mais sobre como ela funciona, as vantagens de aprender como praticar natação com profissionais capacitados e uma metodologia de excelência? Aperte o play, veja e confira: 

A Metodologia Gustavo Borges 

A Metodologia Gustavo Borges foi criada em 2005 com o propósito de transformar a educação aquática no Brasil. Desde então, já impactou mais de 200 mil alunos e está presente em mais de 400 piscinas credenciadas em todo o país. Unindo tradição, inovação e uma base pedagógica sólida, a MGB vai além do ensino técnico: promove a formação integral de alunos de todas as idades, respeitando cada fase do desenvolvimento.


Inspirada nos quatro pilares da educação, aprender a conhecer, a fazer, a conviver e a ser, a metodologia estrutura o processo de aprendizagem na água com conteúdos organizados, acompanhamento contínuo e foco no progresso real. Além do trabalho pedagógico, oferece suporte completo para quem está à frente das piscinas, com formações para professores, apoio à gestão, estratégias de marketing, campanhas nacionais de engajamento e planejamento de aulas que valorizam o tempo e o espaço de cada unidade.

Conhecer a Metodologia Gustavo Borges é descobrir uma forma mais inteligente, eficiente e prazerosa de viver a natação. 

Nós usamos cookies
Preferências de cookies
Abaixo, você pode encontrar informações sobre os propósitos pelos quais nós e nossos parceiros usamos cookies e processamos dados. Você pode exercitar suas preferências de processamento e/ou ver detalhes nos sites dos nossos parceiros.
Cookies analíticos Desativar tudo
Cookies funcionais
Outros cookies
Utilizamos cookies para personalizar conteúdo e anúncios, fornecer recursos de mídia social e analisar nosso tráfego. Saiba mais sobre nossa política de cookies.
Eu entendo Informações
Cookies